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O livro que não é só livro

O livro que não é só livro

27
Set20

Tipos de blogs

livro

Knauss argumenta sobre a existência de dois tipos de blogs. O primeiro, os blogs referênciais, são aqueles onde o autor utiliza o link como a sua unidade fundamental de circulação, construindo posts em torno de idéias e experiências geradas em outros locais: “veja isso”.

Blogueiros referenciais reportam, distribuindo indicações e pedaços de informação, pensamentos ou entretenimento acontecendo dentro da Web. Eles podem - e fazem – adicionar sua própria informação, pensamento ou entretenimento aos links que revelam (extrapolações, justaposições, ensaios longos e pessoais), mas a direção transparente de seu foco permanece como sua característica distinta.

O segundo tipo é referente aos blogs experienciais, onde o autor é direcionado por suas próprias introspecções, criando entradas a partir de experiências e opiniões pessoais: “que tal isso?”. Eles são contadores de histórias (ou chatices), produzindo o que quer que eles tenham a oferecer dentro de suas perspectivas. Eles podem – e fazem – adicionar links para informação explicativa ou de suporte, e até fontes externas únicas e desconhecidas. Mas sua motivação, seu ímpeto, surge de um desejo de fornecer narrativa, e não referenciá-la. E entre os dois tipos, não há como apontar um melhor que outro.

Kottke defende a idéia de que a evolução natural dos blogueiros é do blogging para edição, não para a escrita.

25
Jul20

Firefox add-ons

livro

Quem usa firefox aí levanta a mão. Agora me digam quais add-ons/plugins vocês usam? Eu não costumo pesquisar muito sobre isso, mas sei que existem ótimos add-ons, posso estar perdendo alguma coisa que eu jamais poderia viver sem…

Os meus são del.icio.us, personal menu, searchbar autosizer e page addict.

blogmarks, óbvio

personal menu serve para excluir todos os botões da/e barra de ferramentas totalmente desnecessário na área visual de trabalho. Ele cria um único botão para todos as aplicações da barra de ferramentas.

searchbar autosizer reduz e/ou aumenta o campo de busca no firefox de acordo com o tamanho da palavra/frase. E ainda existe opção para automaticamente deletar a última busca digitada no campo.

page addict serve para visualizar quanto tempo se gasta em todos os sites visitados ao longo do dia.

Não esquecer de todos as configurações essencias para Firefox e botão de busca automática de mp3 nos diretórios via google

Eu uso tema Noia extreme 2.0

14
Jun20

As músicas de cantigas de roda aplicadas na educação infantil como recurso pedagógico

livro

Esta pesquisa tem por objetivo a análise da historicidade da música e sua influência como um recurso didático no ensino-aprendizagem. Seguindo sempre uma tendência musical os povos se preocupavam em descrever suas emoções, atitudes, pensamentos e sentimentos, buscando despertar nos outros a reflexão do verdadeiro sentido que a música tem para com a construção da personalidade dos indivíduos. Na educação a música, atualmente século XXI, é vista como algo a mais que uma simples diversão, é um meio de informação e verificação dos conhecimentos adquiridos por cada educando.

A metodologia utilizada nesta pesquisa foi a qualitativa, bem como o uso de referenciais teóricos e pesquisa de campo para aprofundamento do tema em questão. Neste processo, foi usado uma entrevista semi-estruturada, para que por meio destes dados, tivéssemos informações de como a música é utilizada na prática pedagógica. Assim, a música é uma linguagem criada pelo homem para expressar suas idéias e seus sentimentos.

E, por meio dos relatos dos professores, analisamos que trabalhar com música na Educação Infantil é importante, mas ao mesmo tempo foi observado a falta de motivação e preparo para trabalhar com a musicalidade. A musicalidade é de certa forma uma atividade cultural, que a escola deve proporcionar, um conhecimento que não pode ser deixado de lado, visto que a cultura contribui para a formação bio-psiquico-social do educando.

25
Abr20

E quem digitaliza o bibliotecário ? - 2

livro

O aumento do diletantismo e do autodidatismo também parece plausível : toda pessoa com uma curiosidade específica ou uma teoria excêntrica na cabeça terá a oportunidade de educar-se nos clássicos, de graça e rapidamente. Um efeito curioso do autodidatismo, em qualquer assunto, é que ele gera lacunas que o estudo formal preencheria, mas também pode produzir focos, especializações e idéias totalmente inesperados.

E muita coisa maluca, sejam obras de arte ou teorias de conspiração. Tudo isso, porém, aponta para o agravamento de um problema que já existe hoje: quem busca os buscadores ? Ou, melhor dizendo: como saber em qual livro, webpage, blog ou verbete está a informação que você quer ? Você tem uma pergunta e a resposta está, com certeza, lá fora. Mas onde ?

Esse é um papel normalmente desempenhado por seres humanos – professor, instrutor, mestre, amigo ou bibliotecário. E será uma função difícil de encontrar online. Mas, onde há uma necessidade, surge um mercado. Teremos, talvez, o equivalente online dos orientadores de pós-graduação. Desconfio que a Wikipedia, ou algo que surgirá a partir dela, terá um papel fundamental a desempenhar nesse futuro de acervos digitais. É possível imaginar uma hierarquia : da busca para a enciclopédia, da enciclopédia para a bibliografia, da bibliografia para as bibliotecas – tudo sem sair do cybercafé.

21
Mar20

E quem digitaliza o bibliotecário ?

livro

Foi manchete do New York Times: o Google fechou um acordo para digitalizar, indexar e oferecer, online, partes do acervo de algumas das maiores bibliotecas do mundo, incluindo as das universidades de Oxford e Harvard, e a biblioteca pública de Nova York. O projeto pode levar décadas para ficar pronto, e o acervo digital será “censurado” de forma a evitar o acesso indevido a obras que ainda não tenham caído em domínio público, mas a iniciativa certamente representará uma revolução no acesso e na disseminação da cultura. Prever os efeitos exatos é muito difícil – seria como olhar para os planos do primeiro motor a gasolina e imaginar os alertas de qualidade do ar – mas pode-se antecipar um “boom” acadêmico, com milhões de estudantes de repente podendo conferir, em qualquer hora e lugar, as fontes primárias de suas pesquisas.

Um efeito colateral será o barateamento da erudição. Fac-símiles coloridos de páginas da Bíblia de Gutenberg passarão a ilustrar trabalhos de 4ª série sobre a origem da imprensa (na verdade, isso já é possível hoje. Basta procurar “Gutenberg Bible” no Google, ou clicar no segundo link abaixo). Um tipo específico de intimidação, a intimidação intelectual, ficará mais difícil. Talvez ainda a cultura popular seja invadida por uma febre de citações. Com todas as bibliotecas na ponta dos dedos, teremos o sampler textual: pinçar e remontar frases de profetas, filósofos e cientistas da Antigüidade ao século XIX será a nova onda em 2030.

08
Fev20

Desrespeito com o livro

livro

Hoje pela manhã, escrevendo a minha monografia, fui abrir o segundo livro do dia de livraria online saphira pra ver se achava algo interessante, quando eu vejo que o primeiro capítulo inteirinho do livro estava com algumas partes grifadas em lápis. Não bastasse as partes grifadas, a criatura também escreveu nas bordas os seus comentários, tudo a lápis, mas porra... mesmo assim... isso não se faz com livro que não é seu! Na verdade, acho burrice fazer até com livros que de fato são seus.

Sei lá,... eu juro que não saberia me comportar - como bibliotecária - se visse alguém fazendo um troço desses com um documento. Como acadêmica, sem problema nenhum eu posso dar uma de chata e pedir pra pessoa tomar vergonha na cara e comprar uma porcaria de bloco de notas de três reais. Hm, não sei. Talvez como bibliotecária eu fizesse o mesmo. Eu sei que ser cabeça quente não é uma coisa boa mas enfim: não suporto ver gente fazendo coisa errada, ainda mais com coisas que são dos outros!

O que eu fiz com o livro riscado à lápis que eu peguei na biblioteca da minha faculdade? Apaguei tudo! E apaguei mesmo, folha por folha, todas as anotações e todos os riscos e a pessoa que se vire se precisar dessas anotações de novo pra um trabalho ou whatever. Azar o dela! Cabeça não pensa, corpo - e cabeça também - padece!!! Tem gente que me chama de histérica, de mal amada, de recalcada mas eu não me importo.

O dia em que a gente parar de se revoltar com as coisas feias e erradas desse mundo, acabou a vida, acabou tudo. Eu não risco em livros: nem com lápis, nem com caneta e muito menos com os terríveis marca-textos! Que coisa!!! Bem que os acadêmicos - e até mesmo as pessoas de forma geral - poderiam ter um pouquinho mais de bom senso né? Aproveitando o embalo da minha revolta, cito aqui uma parte de um interessante artigo escrito por Antonio Azevedo sobre "Fotoleitura" :

"Antigamente eu marcava o livro com um lápis (jamais em caneta ou marca-texto, é um desrespeito com o livro). Hoje considero que esta forma é desorganizada demais, pois nos obriga a catar o livro inteiro por trechos grifados. E, quando grifamos desta maneira, não prestamos tanta atenção no que estamos pensando e, depois, o esquecemos. Quando transcrevemos o texto de forma sintética, buscando transformar em uma ou duas palavras-chaves, o esforço neural é muito maior, e assim o conceito fica melhor marcado no cérebro."

23
Jan20

Ed Benedict

livro

Pra preto e branco, uma notícia dessas: ontem a família de Ed Benedict divulgou que ele havia morrido na segunda-feira passada (28/08).
A mão do artista desenhou o Fred e toda a família Flinstones; não só desenhou, como criou e consagrou.


Benedict começou a trabalhar na Disney e trabalhou pouco por lá. Depois, veio Walter Lanz e finalmente Hanna-Barbera (os quais, acreditei por anos serem a mesma pessoa: "o cara que fazia Tom & Jerry"), pra "quem" desenhou Zé Colméia e o Pepe Legal (entre outros).
Benedict, morreu dormindo aos 94 anos, pra justificar a melhor forma de dizer pra os pequenos da morte: que acontece quando a gente 'fica velhinho e dorme pra acordar em outro lugar'.

31
Dez19

5 pressupostos para entender o milagre pernambucano

livro

1 - Encarar o milagre pernambucano como uma metáfora popular (e inversa, ou seja, muda-se, aqui, o "alvo") do recente escândalo do dossiê.
2 - Compreender que projeto e equipe não estão dissociados da capacidade de gerir o Estado ou de manter a prática da ética "presidencial".
3 - Repudiar repetições intermináveis que vinculariam escândalos a citação de que existe um "mega projeto mundial" para destruir a imagem, até antes, "intocável", do PT do Lula e vice-versa (principalmente... ou seria exclusivamente?).
4 - Acreditar que há mais se identificação com o presidente que gastou (ou gasta) esforços para concluir um supletivo, como o do Tele-Curso2000, do que disseminar a grandeza de estudar até a terceira-série [realidade especificamente aplicável aqui, claro].
5 - Encarar o discurso anti-Lulismo, não necessariamente vinculado a um discurso pro-Alckminista.

07
Dez19

Mapas Conceituais

livro

De acordo com Novak (1984) os mapas conceptuais, enquanto ferramenta educacional, são uma forma de ajudar os estudantes e os educadores a ver os significados dos materiais de aprendizagem. Os mapas conceptuais têm por objectivo representar relações significativas entre os conceitos na forma de proposições. Ou seja, um mapa conceptual é um recurso de representação esquemática , através de uma estrutura bidimensional de proposições, de significados conceptuais.

Uma vez concluído, um mapa de conceitos é uma representação visual gráfica de como o seu autor pensa acerca de qualquer assunto ou tópico. Ou seja, representa de forma bidimensional uma certa estrutura cognitiva mostrando hierarquias e conexões entre os conceitos envolvidos.

06
Jun19

Educação = Escola?

livro

Venho acompanhado alguns discursos relacionados a Educação, e sempre que envolve a utilização dos computadores, o debate acaba ficando centrado na relação entre professor-aluno, computador na escola, etc.

A Educação neste caso não está sendo confundida com as práticas pedagógicas ? As pessoas não podem aprender sozinhas, ou em colaboração umas com as outras ?

Ou seja, porque o discurso sobre a educação e informática, parece-me mais preocupado com a manutenção da identidade do educador e com a relação escola aprendizado, do que com uma educação centrada no aluno ?

Tenho visto escolas, ao invés de ensinar como utilizar de forma inteligente os recursos populares na internet, por exemplo, You Tube, Facebook, etc. Estão preocupadas em bloquear o que não compreendem, e orientar os alunos a se enquadrar em um modelo pedagógico.

Minha impressão é que existe uma preocupação maior com a garantia de espaços (controle), do que com o próprio aprendizado. E quando se menciona em aprendizado na escola, a preocupação é como adaptar os conteúdos (matemática, química, português, etc.), as tecnologias. E não sobre como, utilizar as ferrametnas para que os alunos possam aprender colaborativamente, como fazer pesquisas da uma forma melhor, como organizar suas informações, escrever, comunicar-se.

Em alguns países desenvolvidos, quando se menciona a palavra educação o discurso é pautado em dois ambientes, o ambiente escolar, onde o estudante precisa cumprir uma carga disciplinar, e a biblioteca, onde o estudante tem acesso a recursos complementares ao que a escola possibilitou-o compreender e assimilar. A escola oferece a base, e as bibliotecas ampliam este olhar sobre o conhecimento, oferece liberdade ao estudante, permite que ele busque o que o interessa e troque informações com outros estudantes sobre o assunto.

O discurso sobre o uso das tecnologias na educação não deveria ser limitado ao olhar pedagógico dos educadores, mas ao olhar dos tecnológico dos bibliotecários, que estão preparados para avaliar sob uma ótica informacional mais ampla.

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