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O livro que não é só livro

O livro que não é só livro

07
Dez19

Mapas Conceituais

livro

De acordo com Novak (1984) os mapas conceptuais, enquanto ferramenta educacional, são uma forma de ajudar os estudantes e os educadores a ver os significados dos materiais de aprendizagem. Os mapas conceptuais têm por objectivo representar relações significativas entre os conceitos na forma de proposições. Ou seja, um mapa conceptual é um recurso de representação esquemática , através de uma estrutura bidimensional de proposições, de significados conceptuais.

Uma vez concluído, um mapa de conceitos é uma representação visual gráfica de como o seu autor pensa acerca de qualquer assunto ou tópico. Ou seja, representa de forma bidimensional uma certa estrutura cognitiva mostrando hierarquias e conexões entre os conceitos envolvidos.

06
Jun19

Educação = Escola?

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Venho acompanhado alguns discursos relacionados a Educação, e sempre que envolve a utilização dos computadores, o debate acaba ficando centrado na relação entre professor-aluno, computador na escola, etc.

A Educação neste caso não está sendo confundida com as práticas pedagógicas ? As pessoas não podem aprender sozinhas, ou em colaboração umas com as outras ?

Ou seja, porque o discurso sobre a educação e informática, parece-me mais preocupado com a manutenção da identidade do educador e com a relação escola aprendizado, do que com uma educação centrada no aluno ?

Tenho visto escolas, ao invés de ensinar como utilizar de forma inteligente os recursos populares na internet, por exemplo, You Tube, Facebook, etc. Estão preocupadas em bloquear o que não compreendem, e orientar os alunos a se enquadrar em um modelo pedagógico.

Minha impressão é que existe uma preocupação maior com a garantia de espaços (controle), do que com o próprio aprendizado. E quando se menciona em aprendizado na escola, a preocupação é como adaptar os conteúdos (matemática, química, português, etc.), as tecnologias. E não sobre como, utilizar as ferrametnas para que os alunos possam aprender colaborativamente, como fazer pesquisas da uma forma melhor, como organizar suas informações, escrever, comunicar-se.

Em alguns países desenvolvidos, quando se menciona a palavra educação o discurso é pautado em dois ambientes, o ambiente escolar, onde o estudante precisa cumprir uma carga disciplinar, e a biblioteca, onde o estudante tem acesso a recursos complementares ao que a escola possibilitou-o compreender e assimilar. A escola oferece a base, e as bibliotecas ampliam este olhar sobre o conhecimento, oferece liberdade ao estudante, permite que ele busque o que o interessa e troque informações com outros estudantes sobre o assunto.

O discurso sobre o uso das tecnologias na educação não deveria ser limitado ao olhar pedagógico dos educadores, mas ao olhar dos tecnológico dos bibliotecários, que estão preparados para avaliar sob uma ótica informacional mais ampla.

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